domingo, 13 de novembro de 2011

Jesus, a Tentação no Deserto e o Jejum

Quando Jesus estava no deserto, levado para lá pelo Espirito Santo; ele não estava há 40 dias sem coca-cola, ou sem seus biscoitos preferidos. Ele estava sem comer e beber. Ele estava em jejum. Ele estava se privando daquilo que é essencial à vida humana fisicamente falando, para que ficasse claro que o que é realmente essencial à vida é Deus. Física ou não, a vida sem Deus não vale à pena. Jesus estava faminto por Deus. Ele deseja ardentemente a Sua presença, o retorno à glória que antes tinha com seu pai. Ele se colocou voluntariamente sob aquela condição para vencer uma vitória com requinte: Não caiu em tentação, ele livrou-nos do mal.
Jejuar é isso: estar disposto à morte se não sentirmos a presença real de Deus. É abrir mão daquilo que é essencial, para dizer, com gestos e atitudes: Deus, tu és melhor que a comida ou bebida. Minha alma tem sede de ti. Tu és minhas delícias eternamente! Tua graça e presença me bastam.
Não só de pão viverá o homem, mas toda a Palavra que procede da boca de Deus!
Jejum é dizer sem palavras que estamos tão insatisfeitos sem a presença de Jesus, que abrimos mão de tudo, inclusive daquilo que nos sustenta, para manifestar esta insatisfação.
Você pode, segundo o princípio do Jejum, dedicar-se a Deus retirando aquilo que lhe dá prazer, como quem diz ao Senhor que seu prazer está na Sua lei, e nela você medita dia e noite. Você pode se privar daquilo que gosta em devoção a Deus, consagrando-se em santidade ao Senhor. Mas só será Jejum quando você abrir mão de algo vital, sem o qual a vida não é possível, como o alimento. Aí você terá feito jejum, aí você terá dito que a Palavra de Deus é o seu alimento, e esta lhe desce pela boca doce ao paladar, como um dia o disse Ezequiel.
Deus abençoe!

sábado, 15 de outubro de 2011

Dom de línguas: Entender é preciso!

Estamos chegando ao final de uma série que se originou do capítulo 14 da carta de Paulo aos Coríntios, o que sinaliza que estamos perto do fim da carta também...

Esta capítulo fui grandemente edificante, e estudá-lo foi esclarecedor. 

Aprendemos que o princípio da edificação continuou como a regra áurea reguladora do exercício deste dom, como regulava os demais. Sem edificação para a igreja, qualquer dom é dispensável.

Especificamente sobre o dom de línguas em relação à profecia, o que Paulo deixou bem claro é que entender é preciso, ou seja, quem entra na igreja tem que entender o que acontece lá dentro, tem que entender o que está sendo dito, senão não há edificação, nem bênção, nem glória a Deus!

As línguas aqui na Carta em 1 Coríntios são entendidas e julgadas conforme o crivo estabelecido pelo primeiro episódio, aquele que aconteceu em Atos 2. Como a história prosseguiu e os acontecimentos foram se dando, coisas novas e desafios novos foram aparecendo. Seja lá o que estava acontecendo em Corinto, aquilo precisava ser esclarecido e regulado. Paulo, pastoralmente trata inúmeros problemas daquela igreja, inclusive o mau uso dos dons, muito especificamente o dom das línguas.

O que ficou claro é que o dom de línguas, por ser um sinal para o incrédulo, tinha que obedecer as normas do pentecostes, ou seja, por se tratar de um idioma humano, e por serem cumprimento de profecias do passado, era absolutamente necessário que tudo o que fosse dito através destas línguas, fosse completa e claramente entendido. Entender era preciso!

Depois de termos visto tanta coisa, ainda nos resta saber qual uso será o uso correto deste dom. Saberemos neste domingo. 

Não nos esqueçamos, porém, da profecia que conforme Paulo ensinou, é um dom que precisa ser procurado mais do que o dom de línguas. À medida que estudamos constatamos que o nosso tempo difere muito pouco do tempo de Paulo. O que nos anima dizer que o que valia para aquela época vale hoje... embora disto já soubéssemos desde muito tempo, mas vale à pena lembrar!

Bom, que surpresas nos esperam no capítulo 15 de Coríntios? Ao que vierem e ouvirem, não haverá mistérios... ao que perderam ou perderão, o mistério permanece. Por isso o convite: Venha!

Que Deus a todos dê de sua presença excelsa!

1 Co. 14. 13-25 - É Proibido não Pensar!