Louvores e Hinos
terça-feira, 23 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA
A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.
Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).
Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.
Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 [LINK http://www.ipb.org.br/
Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.
Para ampla divulgação.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Stuart Olyott no JMC
Mas para que a bênção da Palavra de Deus seja compartilhada e mais pessoas sejam abençoadas como foram os presentes; sua impactante mensagem segue abaixo. Não é uma transcrição, mas as anotações que fiz dos pontos principais e o que mais eu lembrar, com uma pitada de "mim mesmo".
Dr. Olyott falou-nos sobre Apocalipse 1.9-2.7. Apresentando-nos 6 afirmações e 2 questões. Seus estilo claro e fácil, direto e sem rodeios é uma inspiração a se seguir. O que aprendemos?
1- Cada igreja, cada congregação, é um candeeiro. Precisamos saber o que úm candeeiro. A figura apresentada por João no Apocalipse é a dos antigos lampiões, que iluminavam os ambientes muito antes das modernas lâmpadas. Quando a noite caía, além da lua, os cadeeiros eram as únicas fontes de luz que alguém poderia ter. "Fonte de Luz" é a chave! A igreja de Cristo deve ser uma fonte de luz para um mundo em trevas. Quando a igreja se ajunta, luz deve ser compartilhada. A Palavra de Deus, nos lembra o Salmista no Salmo 119, é lâmpada para nossos pés e luz para nosso caminho. Então, por causa da Igreja, pessoas deveriam dizer: "Eu vejo!". O Crente deveria ver com clareza e o incrédulo deveria passar a ver. O ministério da Igreja tem de iluminar as trevas, seja do entendimento obscurecido do crente, ao coração endurecido do incrédulo. E é a vontade de Deus que Sua Igreja seja um candeeiro. Ele não disse que qualquer outra organização criada ou que ainda possa ser inventada, seja ou substitua a Igreja na missão de ser candeeiro. Este é um privilégio somente concedido à Igreja.
2 - Uma igreja local pode deixar de ser candeeiro. Descansados numa ignorância sem sentido, a igreja acha que sua luz é natural, ou seja, lhe nasce pelo simples fato de existir. Não é bem assim. Conquanto cada Igreja seja uma fonte de luz, esta fonte pode apagar-se! E pode mesmo... A igreja tem uma pelo coral ou uma pela estrutura musical dentro de si, belas cantatas são produzias e peças musicais são executadas com maestria... mas alguma coisa falta! Não hã luz! Ou então a igreja tem ministério atuantes, onde algumas pessoas desempenham papéis importantes para a vida da Igreja, mas não há luz. Ou há uma boa doutrina, mantida e sustentada por uma boa pregação... Tudo está aparentemente correndo bem, mas não há luz!!! Esta é uma possibilidade bem real. Pessoas deveriam crescer em conhecimento e graça. Transformação de vida, tanto nos crentes quando naqueles que chegam deveriam ser vistas e alegria deveria ser celebrada... mas, simplesmente, não há luz!
3 - Quando uma Igreja deixa de ser luz, é porque o Cabeça da Igreja está triste com ela. Quando uma igreja deixa de ser relevante, atuante e viva, está faltando luz. E esta falta de luz é um julgamento vindo da parte do Senhor da Igreja. Sabe-se que alguma coisa está errado. Mas o que? Quem sabe a música, ou então o programa adotado pela igreja? Quem sabe o estilo de pregação? Ou ânimo em algum ministério ou departamento? Onde está o problema...? Se a luz se foi, o problema não é a música, ou o ministério, ou o pastor, ou qualquer outra coisa... Trocam-se as músicas, os pastores, as diretorias, os programas por outros mais relevantes culturalmente... O problema é Cristo: Ele visitou a Igreja e retirou o candeeiro!
4- Cristo não compromete sua luz com uma igreja que não o ama! Tudo pode até estar certo... mas não há glória: não há conversões, não há luz, não há crescimento. A igreja se reúne por amor à qualquer coisa: à reunião em si; para se rever amigos queridos, para por o papo em dia, para desestressar da semana que teve... Por que a igreja não está sendo abençoada? O coração das pessoas parou de bater por Jesus! Este é o problema. A multidão de ídolos de cada coração da multidão de pessoas torna a vida da Igreja uma farsa. O coração está longe, mesmo que os lábios insistam em dizer que estão ali porque o amam, mas a triste realidade é que não há amor por Jesus.
5- Há apenas uma maneira do candeeiro ser restaurado: arrependimento! Muitas propostas têm sido apresentadas para que a Igreja seja revitalizada. A Igreja deseja novamente experimentar seus dias de glória e exuberância. Esta geração e possivelmente algumas anteriores a esta não conheceram dias de glória para a Igreja de Cristo. A ńica coisa capaz de restaurar e manter a luz é Cristo. E única forma de se ter Cristo é renunciando tudo o mais... E para que isto aconteça, é preciso que nos arrependamos dos nossos erros e pecados, da nossa distância de Jesus Cristo e sua Palavra, nos arrependamos sincera e humildemente, reconhecendo que a luz nunca fora nossa, mas de Cristo.
6- Não há nada mais importante na Igreja de Cristo do que o amor por Cristo. Uma Igreja pode ter muitas coisas: boa pregação, boa música, bons ministérios, boas sociedades internas, boas estruturas físicas... Mas o que determina a luz na igreja não é isto. Tambem não são os dons. Tudo isto é importante, mas não é luz. Uma igreja rica? Não... poder financeiro não é poder de Deus. Compromisso... alguém dirá! Também não! Compromisso não é fonte de restauração nem é a coisa mais importante na Igreja de Cristo... não é o que "falta". O que falta é ver o seu coração pulsando por Cristo - isto é o mais importante! Não somente dizer, mas dizer porque é verdade: que a presença de Jesus é mais importante que o ar que eu respiro... por que ar dá pra ficar, mas não sem Jesus...
Duas perguntas então:
1 - Você ama a Jesus Cristo? (Marcos 17.10ss)
O Jovem rico apresentou a Jesus no desejo de seguí-lo rumo aos céus. O que mais poderia ser feito para isso? Esta foi a pergunta. Jesus, diz o texto, olhando-o diretamente nos em seus olhos, o amou. [Que maravilhoso olhar...] Tocando na ferida da alma, pede ao jovem que vendas seus bens e o siga, mas como era dono de muitas posses, saiu triste! Era uma questão de amor... A quem você amará mais, caro jovem, a mim ou às riquezas? disse Jesus. Vai largar tudo e ter a mim, ou vai me largar e ficar com tudo isso?... lamentamos a reposta dele e de muitos de nós...
Os jovens e os velhos da igreja precisam desenvolver hábitos devocionais. Olyott menciona a falta de hábitos devocionais como um elemento indicativo da falta de amor. Só crescendo em intimidade é que, em nossas orações, diremos: Jesus, tu és tudo para mim!
2 - Você pode amá-lo mais? (Lucas 10.38)
Estamos tão acomodados que começamos a nos sentir satisfeitos com o nível de amor que nutrimos por Jesus, como se não fosse possível amá-lo mais. Marta e Maria exemplificam o ponto. Elas receberiam Jesus em sua casa. Os preparativos foram feitos. Mas então a cena muda quando Jesus chega. Como boas anfitriãs, recebem a Jesus bem arrumadas, nos cabelos e na casa. Mas a maquiagem de Marta começa a derreter diante do calor do fogão. Seus cabelos suam diante das tarefas e sua roupa começa a apresentar respingos típicos de quem trabalha na cozinha... Por que estou me matando aqui, sozinha? Se pergunta Marta. Ela lembrou de Maria. Bem ao alcance dos olhos está ela, sentada aos pés de Jesus... "Senhor, não vês que estou a trabalhar aqui! Maria bem que poderia me ajudar... Fale para ela vir!" Marta quase que ordena...
Qual é a maior expressão de amor que Deus deseja ver vindo de você? Seu serviço? Não... Certamente não. É o que muitos pensam, que trabalhar na Igreja e servir a Cristo é uma prova certa e profunda de amor... É importante, necessário e deve existir, mas não sem o ingrediente principal. A resposta certa é... Tempo à sós com Ele!
Tempo à sós com Cristo... amando-o! Há uma coisa que Ele quer mais do que seu serviço: Você! Deus quer você, Cristo morreu por você, então, nada menos d que você, inteiro e em amor, o satisfará. E então, ele moverá o candeeiro de volta, a igreja terá luz, e iluminará novamente o mundo em trevas.
Deus abençoe sua Igreja!
domingo, 24 de outubro de 2010
Como Zaqueu.... será?
Antes da leitura das linhas abaixo, quero deixar claro que a pessoa do cantor está resguardada, por sua humildade e submissão pastoral que demonstrou ao ouvir críticas tão pesadas. Este post é para deixar claro por quais razões nós não cantaremos seu sucesso de vendas e público "Faz um milagre em mim".
Todos quantos quiserem se apropriar destas razões o poderão fazer, desde que se sintam confortáveis com elas por entender que estas mesmas razões encontram suporte e testemunho nas páginas das Escrituras Sagradas.
A letra da música é muito conhecida. Vamos à análise então:
A música fala basicamente de Zaqueu, personagem bíblico que por causa de sua baixa estatura, subiu numa arvore para ver Jesus, que passava pelo caminho. A letra começa dizendo que quem canta, deseja fazer como e com a mesma motivação de Zaqueu, de modo a, por fim, receber mesma transformação milagrosa operada pelo Senhor Deus. O evangelista que registra esta história é Lucas. De livro do mesmo nome, no capítulo 19, você poderá conferir o registro inspirado desta história.
Eis três razões básicas que dão motivos suficientes para interromper de imediato a cantoria desta música, se este for o seu caso:1) O Conceito de Louvor a Deus. Louvor é somente a Deus? Louvar, segundo bons dicionários, nada mais significa que "falar bem", bendizer... Louvar é falar das características boas e amáveis daquele sobre quem falamos. Provérbios 31.28 deixa bem claro que louvor pode ser legitimamente direcionado ao ser humano quando admite que um marido pode e deve louvar sua esposa virtuosa. Se louvar é falar bem do louvado.... vejamos: A música "Faz um milagre em mim" não poderia, tecnicamente falando, ser chamado de louvor a Deus, porque não se fala bem de Deus em momento algum. Dizer que a frase "faz um milagre em mim" seja o louvor, não corresponde à verdade, pois nada sobre Deus é aludido, direta ou indiretamente, sobre Ele no texto da música.
No lugar disso, temos na primeira parte da música, até a ponte, cerca de 6 referência diretas ou indiretas, não a Deus, mas a MIM!!!! Observe:
Como Zaqueu (EU) quero subir, o mais alto que EU puder. Só pra te ver, olhar para ti (eu ver, eu olhar), e chamar tua atenção para MIM. EU preciso de ti Senhor... SOU pequeno de mais, ME dá tua paz, etc... Entra na MINHA casa, na MINHA VIDA, MINHAS estruturas, MINHAS feridas... Percebeu? A música não fala de Deus, fala de mim! Se é louvor, é louvor ao homem, que recebe merecido louvor por buscar a Deus como Zaqueu; por se empenhar em ser visto, de desejar uma mudança radical na sua vida, de se dispor a ser transformado por Deus. O personagem principal é o homem, não Deus!
O pior? O pior é que na contramão do louvor a Deus (falar bem Dele), a música fala mal, pois se "sou pequeno demais" que tenho que subir o "mais alto que eu puder" para que Deus me veja, estou dizendo sobre Deus o que? Que Ele é desatento, no mínimo! Que se eu não fizer por onde, corro o risco de ser ignorado por Deus, de não ser visto, de não ser alcançado pelo milagre transformador de Deus...
Este é o primeiro motivo pelo qual não se pode concluir que Deus use sua música para a Gloria Dele mesmo. Deus não é desatento, antes, se importa com menor dos homens e o maior dos pecadores. Ele é quem dá expressa permissão para um mísero fio de cabelo caia da minha cabeça. Se ele não quiser, ele não cairá... Um exemplo de louvor? Claro:
"Tu és Soberano! Sobre a terra, sobre os Céus tu és Senhor, Absoluto!
Tudo o que existe e acontece, Tu o saber muito bem, Tu és tremendo!
E apesar desta glória que tem, tu te importas comigo também.
E esse amor tão grande, Eleva-me, amarra-me a ti, Tu és tremendo!
2) Uma música para glorificar a Deus e ser por Ele usado para edificação do Seu povo deverá ser, necessariamente, bíblica. Isto não quer dizer que ela ter somente "palavras" que estejam na Bíblia, mas que a letra reflita com fidelidade a teologia e os ensinamentos bíblicos. As música mais modernas tem seguido na contramão deste princípio mais básico, tem cantado mentiras e ido contra a Revelação divina. No caso da música em análise, o problema é que ela diz que Zaqueu sobe naquela árvore para chamar a atenção para si. Mas a verdade que está registrada em Lucas é bem diferente.
A razão que motiva Zaqueu subir na arvore é tão somente sua baixa estatura. Zaqueu subiu na árvore porque era baixinho. Se assim não fora, ele não teria subido. Se a razão fosse chamar a atenção de Jesus pra si, qual é o motivo do registro da sua estatura? E porque esta razão tão óbvia, segundo a letra da música, não foi cuidadosamente descrita como os poucos centímetros de Zaqueu o foram por parte de Lucas? Será porque estes motivos não existem? O que se pode perceber no texto, por inferência, é uma leve surpresa por parte de Zaqueu, quando Jesus não somente o percebe, mas se convida para jantar em sua casa. Sem esperar por permissão, Jesus informa Zaqueu: hoje cearei contigo... Na música o cantor, que age em imitação a Zaqueu, pede que se entre na sua casa (inferimos que seja Deus, embora a letra não seja clara...), quando o registro bíblico informa o oposto. Sucesso não é permissão para inverdade!
3) A letra também carrega muitos impropérios teológicos. Impropério é uma palavra rude, um chingamento que deprecia a coisa. Quando digo que é um impropério o que se diz, quero dizer com isso que as expressões não são legítimas, quando observados por um ângulo bíblico-teológico. Os pedidos que são feitos na música são visto como textos fortes de grande devoção, mas não passam de loucuram que, Deus em sua misericórdia, não atende. Se Deus entrasse em nossa vida e abalasse as estruturuas, como ficaria sua vida? Como foi quando isso aconteceu com você? A música pressupões que o homem tem condição de chamar a atenção de Deus para si. Considera possível que a permissão é tudo o que impede Deus de mexer com nossa vida. A música não é direta com respeito ao que Deus pode ou vai fazer na vida de quem pedir o pedido e for atendido.
Bom... confesso que este último motivo é um apanhado de pequenos micro motivos. Suficiente mesmo é saber que a música está interessada em ressaltar o eu e despreocupado em ser fiel ao texto bíblico. Preocupante é saber que nem todos que enxergam assim deixariam de cantar as notas musicais que carregam esta letra... O que mais uma música moderna precisa ter ou fazer para não merecer que a cantemos?
Voltaremos em breve com mais análises e mais cânticos. Prossigamos cantando, afinal, queremos cantar o que vivemos e viver o que cantamos, e seja nosso riso ou pranto, viver e cantar!
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Sobre Cânticos e Louvor
É imperativo porque a razão da existência da Igreja é a glória do seu Deus, e não a sua própria. A Igreja só goza de alguma glória quando vive para a Glória daquela que a criou. É imperativo porque a Igreja de Cristo vem cantando muita besteira, mentira e falsidades, sob o pretexto do momento, da atualidade e ultimamente da beleza estética. Por estético estamos falando de coisas como beleza sonora, ou então características tais como ritmo alegre ou coisas que tais.
Estabelecemos desde já que a música é serva da letra! Com isto, dizemos que cada melodia deve adequar-se à mensagem da letra, e não a desmentir. Mas quando a letra e a música estão unas, coerentes e coesas, mas a letra não é bíblica?
A resposta já sabemos: não devemos cantar! Entretanto, a dúvida não mora aí... não é? Mas em saber qual das músicas do universo cantável podemos cantar, sem contradizer nossa fé (?).
Para isso que esta série se presta: para deixar claro que músicas devemos, ou deveríamos cantar, e quais não.
Para uma leitura inicial, recomendamos que se dê uma olhada aqui. Há uma pincelada interessante sobre o hit evangélico do momento, cuja análise e comentários nós teceremos em breve, neste blog.
Por hora, nos preparemos para o que virá, pois coisas terão que mudar, não para se adequar a qualquer gosto que não o do Senhor da Igreja, seu Criador e Redentor. toda mudança será bem vinda de cooperar para que a Igreja caminha na direção da pureza, retidão e obediência. Nos despedimos na expectativa de que Deus use este canal para a edificação da Sua Igreja e para Sua própria glória!
o pastor, rev. Jônatas Abdias
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
26ª Conferência Fiel - O Caminho de Deus

AS Firmes Resoluções de Jonathan Edwards
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domingo, 10 de outubro de 2010
Mensagem do Campo Missionário
Nem parece que aconteceu, mas aconteceu...
Nem parece que foi comigo, mas foi...
Aconteceu ontem às 20h aprox. na estrada entre Porto Velho e Humaitá.
Numa das nossas tão comuns viagens rápidas à capital rondoniense;
Como de praxe, "foi tudo muito rápido"; dois bois saltaram para o meio da pista repentinamete
e colidimos a uns 100-120km/h aprox. O impacto nos lançou para a pista contrária(como pode-se observar
nas fotos, o animal se chocou do meu lado, o do passageiro.), na qual vinha um caminhão bi-trem, que por pura misericórdia
de Deus não nos atingiram e ainda nos prestaram socorro.
Felizmente ninguém sofreu maiores danos(estávamos de cinto de seurança) e hoje lhes conto a história.
O carro ainda está aqui na missão e todo vez que olho ele, ainda não acredito no que vejo...
Deus tem algo ainda para minha vida, pois Ele teve uma ótima oportunidade de...
Só quero lhes agradecer pelas tão preciosas orações... obrigado!
Nildo.
